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Dúvidas frequentes

Respostas gerais para ajudar você a começar.

Estas perguntas iniciais abordam especialmente a inseminação caseira. O portal contempla diferentes caminhos da dupla maternidade; conheça também a biblioteca de Direitos e os Relatos de famílias.

Conteúdo geral e informativo, sujeito à revisão final da advogada. Não substitui orientação jurídica individualizada.
O que é dupla maternidade?

É o reconhecimento jurídico de que uma criança tem duas mães, com os mesmos direitos e deveres para ambas em relação ao filho ou filha.

Como funciona o reconhecimento jurídico após inseminação caseira?

Em geral, quando a gestação ocorre por inseminação caseira, o reconhecimento das duas mães pode depender de um procedimento judicial. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. [Texto provisório — aguardando revisão da advogada.]

Quando buscar orientação jurídica?

O ideal é buscar informação ainda no planejamento, antes das tentativas. Mas é possível buscar orientação em qualquer fase: durante a gestação ou após o nascimento.

Quais documentos podem ajudar?

Documentos pessoais das duas mães e registros que demonstrem o projeto parental conjunto podem ajudar a contar a história da família. Nenhum documento, isoladamente, garante o reconhecimento.

Casamento ou união estável são obrigatórios?

Essa é uma questão que depende do caso concreto e do entendimento aplicável. [Texto provisório — aguardando revisão da advogada.]

Quanto tempo pode levar o processo?

Não é possível prever um prazo. O tempo varia conforme o local, o caso e o andamento do Judiciário.

Por que documentar o projeto parental conjunto?

Registros ao longo do planejamento podem ajudar a demonstrar que a decisão de ter um filho foi do casal. Ainda assim, cada caso é analisado individualmente.

Qual é a finalidade do termo assinado pelo doador?

De forma geral, o termo busca registrar a intenção do doador de não assumir a parentalidade. [Texto provisório — aguardando revisão da advogada.]